Aprendendo a lidar com seus sentimentos


Não queira brigar com os seus pensamentos, faça amizade com sua mente. Cada toque que ela der do tipo: é tarde, saía logo, senão vai se atrasar, você responde a ela: obrigada por ter me lembrado, agora eu estou escolhendo a roupa que vou vestir. Envolva-se com a tarefa presente, fique no aqui e agora, foque, curta as tonalidades de cores que você tem, procure observar com qual cor você se sente bem. Depois de escolher, diga a si mesma: estou linda com essa roupa. Aí, vem a mente com mais um alerta: corre senão você não vai chegar a tempo, então responda: é mesmo, obrigada por me lembrar. Nesse momento, nada de ficar pensando o que pode acontecer se você não conseguir chegar no horário, pois, se fizer isso, você já embarcou na mente e deixou de sentir o momento. Tome seu banho, aceleradinho, ou não, afinal, o tempo é decidido por você, olhe para o seu chuveiro, sinta a água quente banhando seu corpo, aprecie seu sabonete, sinta sua fragrância e como deixa sua pele macia, enxugue-se, vista a roupa escolhida e sinta-se pronta para viver intensamente aquele dia. Por completo.









"Se estivéssemos em seu lugar, todos os nossos esforços seriam direcionados para um único objetivo: procurar uma forma - qualquer forma - de nos sentirmos melhor emocionalmente. Faríamos o máximo para descobrir pensamentos que nos trouxessem algum tipo de alívio emocional ligado ao problema. Porque, quando algum tipo de alívio é conseguido, isso significa que você está se encaminhando para um alinhamento de energia, então a saúde é uma consequência."



(Abraham-Hicks)







sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Regressão em crianças


Àquele a quem chamamos de filho é, na realidade, alguém que veio lá de cima, como nós, um companheiro de jornada, de muitas encarnações. E estamos perto novamente, nós com o rótulo de pai ou mãe e ele(a) com o rótulo de filho(a).

O que venho aprendendo, em minhas experiências e estudos, é que as crianças têm mais latente do que os adultos as memórias de suas vidas passadas, principalmente, entre as idades de 2 a 7 anos, o que faz com que, por vezes, tenham pesadelos com recordações de vidas anteriores, e algumas até recordam de nomes, lugares e objetos, antes mesmo de saber ler ou escrever, o que mostra que isso veio com ela é a sua história de uma outra vida.

Há crianças com um pouco mais de idade, que acessam memórias do passado quando assistem a um filme que lembre a elas uma outra vida, em que tenham aviões, guerras, violência, etc., ao vivenciarem uma situação familiar traumática, ou algo até aparentemente banal, como, por exemplo, ao ouvirem foguetes, gritos, uma briga, etc., o que lhes provoca muito medo e até pânico. São situações geralmente são consideradas sem explicação, mas que, para quem acredita em Reencarnação, são reflexos e lembranças de traumas de vidas passadas.

O que se chama de fobia, pânico, tristeza sem causa, timidez excessiva, medos inexplicáveis, e por vezes algumas doenças físicas como asma, enxaquecas, etc., pode melhorar ou até curar promovendo o desligamento da criança das situações traumáticas originais, por meio da Regressão a vidas passadas, que pode ser feita através de desenhos, com ela, como se fosse uma brincadeira, ou através de sua mãe, sem a presença do filho, o que chamamos de Regressão à distância, sempre com a autorização dos seus Mentores Espirituais.
Esse é o método da Associação Brasileira de Psicoterapia Reencarnacionista, onde a Regressão é realizada pelo terapeuta, mas comandada pelos Mentores Espirituais, respeitando a Lei do Esquecimento, onde nunca é incentivado o reconhecimento de pessoas no passado.

As Regressões feitas com a criança ou através de suas mães podem trazer um grande benefício, desligando-a das situações de vidas passadas que originaram os sintomas atuais, fazendo com que, assim, possam viver mais nessa vida atual, cortando a sintonia com o seu passado. Esse é o grande benefício que o tratamento de Regressão pode proporcionar às crianças que dele necessitam, pois pode evitar anos e anos de sofrimento para si e seus familiares.

Tenho aprendido em meus estudos que muitas crianças voltam na mesma família, às vezes até pouco tempo após o seu desencarne, para resolver questões evolutivas junto aos seus pais e outras pessoas, tendo por vezes lembranças muito vivas de situações, de músicas, das casas em que moravam, um acidente, uma doença, etc.
As nossas crianças são Espíritos, algumas vezes mais antigos do que nós e, muitas vezes, já fizeram parte de nossa vida, e vêm para continuar a sua jornada. São Espíritos em evolução nessa Escola de Vida, aqui neste lugar onde, juntos, estamos aprendendo a amar.
 
 
por Mauro Kwitko
Terapeuta: Roseli Queiroz Garcia Gil

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